by Raimundo Correa (1860 - 1911)
Mal secreto
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Language: Portuguese (Português)
Se a cólera que espuma, a dor que mora N'alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto se estampasse; Se se pudesse o espírito que chora Ver através da máscara da face, Quanta gente, talvez, que inveja agora Nos causa, então piedade nos causasse! Quanta gente que ri, talvez, consigo Guarda um atroz, recôndito inimigo, Como invisível chaga cancerosa! Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja a ventura única consiste Em parecer aos outros venturosa!
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- by Raimundo Correa (1860 - 1911), "Mal secreto" [author's text checked 1 time against a primary source]
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This text was added to the website: 2010-08-02
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