A Canção da Terra

Song Cycle by Gustav Mahler (1860 - 1911)

Word count: 890
Original language: Das Lied von der Erde
1. Das Trinklied vom Jammer der Erde [sung text checked 1 time]
Schon winkt der Wein im goldnen Pokale,
Doch trinkt noch nicht, erst sing ich euch ein Lied!
Das Lied vom Kummer soll auflachend
in die Seele euch klingen. Wenn der Kummer naht,
liegen wüst die Gärten der Seele,
Welkt hin und stirbt die Freude, der Gesang.
Dunkel ist das Leben, ist der Tod.

Herr dieses Hauses!
Dein Keller birgt die Fülle des goldenen Weins!
Hier, diese Laute nenn' ich mein!
Die Laute schlagen und die Gläser leeren,
Das sind die Dinge, die zusammen passen.
Ein voller Becher Weins zur rechten Zeit
Ist mehr wert als alle Reiche dieser Erde!
Dunkel is das Leben, ist der Tod.

Das Firmament blaut ewig und die Erde
Wird lange fest stehen und aufblühn im Lenz.
Du aber, Mensch, wie lang lebst denn du?
Nicht hundert Jahre darfst du dich ergötzen
An all dem morschen Tande dieser Erde!

Seht dort hinab! Im Mondschein auf den Gräbern 
hockt eine wildgespenstische Gestalt - 
Ein Aff ist's! Hört ihr, wie sein Heulen hinausgellt
in den süßen Duft des Lebens!
Jetzt nehm den Wein! Jetzt ist es Zeit, Genossen!
Leert eure goldnen Becher zu Grund!
Dunkel ist das Leben, ist der Tod!

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Available translations, adaptations or excerpts, and transliterations (if applicable):

  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , "Cançó de taverna de la misèria terrenal", copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "Drinking Song of the sorrow of the Earth", copyright ©
  • FIN Finnish (Suomi) (Milla Valkeasuo) , "Juomalaulu maailman surkeudelle", copyright © 2008, (re)printed on this website with kind permission
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , "La chanson à boire de la douleur de la terre", copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , "Canto conviviale sul dolore del mondo", copyright © 2006, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , "A canção de bebidas da tristeza da Terra", copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
1. A canção de bebidas da tristeza da Terra
O vinho já cintila na copa dourada
Mas não bebam ainda, antes lhes cantarei uma canção!
A canção de tristeza deve risonhamente
lhes ressoar na alma. Quando a tristeza se aproxima,
desolam-se os jardins da alma,
Murcham a alegria e o canto.
Escura é a vida, é a morte.

Senhor desta casa!
Seu porão abriga a abundância do dourado vinho!
Aqui, pego para mim este alaúde!
Os alaúdes tocam e os copos se esvaziam,
Essas são as coisas que combinam.
Uma taça cheia de vinho na hora certa
Vale mais que todas as riquezas desta Terra!
Escura é a vida, é a morte.

O firmamento é eternamente azul e a terra
Ficará firme por muito tempo e florescerá na primavera.
Mas você, homem, quanto tempo você vive?
Sequer pode gozar por uma centena de anos
De todas as podres banalidades desta terra!

Veja lá embaixo! Na luz da lua sobre os túmulos
Se agacha uma selvagem e fantasmagórica figura - 
É um macaco! Escutem, como seus uivos ressoam
No doce aroma da vida!
Agora peguem o vinho! Agora é a hora, companheiros!
Esvaziem suas taças até o fim!
Escura é a vida, é a morte!

Authorship

  • Translation from German (Deutsch) to Portuguese (Português) copyright © 2019 by Paulo Albuquerque de Noronha, (re)printed on this website with kind permission. To reprint and distribute this author's work for concert programs, CD booklets, etc., you may ask the copyright-holder(s) directly or ask us; we are authorized to grant permission on their behalf. Please provide the translator's name when contacting us.
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This text was added to the website: 2019-02-24
Line count: 27
Word count: 195

2. Der Einsame im Herbst [sung text checked 1 time]
Herbstnebel wallen bläulich überm See;
Vom Reif bezogen stehen alle Gräser;
Man meint', ein Künstler habe Staub vom Jade
Über die feinen Blüten ausgestreut.

Der süße Duft der Blumen is verflogen;
Ein kalter Wind beugt ihre Stengel nieder.
Bald werden die verwelkten, goldnen Blätter
Der Lotosblüten auf dem Wasser ziehn.

Mein Herz ist müde. Meine kleine Lampe
Erlosch mit Knistern;
es gemahnt mich an den Schlaf.
Ich komm zu dir, traute Ruhestätte!
Ja, gib mir Ruh, ich hab Erquickung not!

Ich weine viel in meinen Einsamkeiten.
Der Herbst in meinem Herzen währt zu lange.
Sonne der Liebe, willst du nie mehr scheinen,
Um meine bittern Tränen mild aufzutrocknen?

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Available translations, adaptations or excerpts, and transliterations (if applicable):

  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , "El solitari a la tardor", copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "The lonely man in autumn", copyright ©
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , "Le solitaire en automne", copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , "Il solitario in autunno", copyright © 2006, (re)printed on this website with kind permission
  • POL Polish (Polski) (Alicja Istigniejew) , "Jesień osamotnionego", copyright © 2013, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , "O solitário no outono", copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
2. O solitário no outono
Névoas de outono ondulam sobre o lago;
Todos os matos estão cobertos de geada;
Como se um artista tivesse espalhado pó de jade
Sobre as delicadas flores.

O doce aroma das flores voou embora;
Um vento frio dobra seus caules para baixo.
Logo as murchas, douradas folhas
das flores de lótus reacairão sobre as águas.

Meu coração está cansado. Minha pequena lâmpada
Se apaga crepitante;
Lembrando-me de que devo dormir.
Eu venho a ti, caro lugar de repouso!
Sim, me dê descanso, eu preciso de conforto!

Eu choro muito nas minhas solidões.
O outono se demora demais no meu coração.
Sol do amor, não quer nunca mais brilhar,
Para secar suavemente minhas amargas lágrimas?

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Line count: 17
Word count: 114

3. Von der Jugend [sung text checked 1 time]
Mitten in dem kleinen Teiche
Steht ein Pavillon aus grünem
Und aus weißem Porzellan.

Wie der Rücken eines Tigers
Wölbt die Brücke sich aus Jade
Zu dem Pavillon hinüber.

In dem Häuschen sitzen Freunde,
Schön gekleidet, trinken, plaudern,
Manche schreiben Verse nieder.

Ihre seidnen Ärmel gleiten
Rückwärts, ihre seidnen Mützen
Hocken lustig tief im Nacken.

Auf des kleinen Teiches stiller
Wasserfläche zeigt sich alles
Wunderlich im Spiegelbilde,

Alles auf dem Kopfe stehend
In dem Pavillon aus grünem
Und aus weißem Porzellan;

Wie ein Halbmond steht die Brücke,
Umgekehrt der Bogen. Freunde,
Schön gekleidet, trinken, plaudern.

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  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , "De la joventut", copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "Of youth", copyright ©
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , "Giovinezza", copyright © 2006, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
3. Da juventude
No meio do pequeno lago
Há um pavilhão de verde
E branca porcelana.

Como as costas de um tigre
Se curva a ponte de jade
Em direção ao pavilhão.

Amigos estão sentados na casinha,
Bem vestidos, bebem e conversam,
Alguns anotam versos.

Suas mangas sedosas deslizam
para trás, seus chapéus sedosos
caem graciosamente abaixo do pescoço.

Sobre a calma superfície da água
Do lago, tudo se mostra
Maravilhosamente como num espelho.

Tudo está de ponta cabeça 
No pavilhão de verde
E branca porcelana. 

A ponte está como uma meia-lua, 
Com seu arco invertido. Amigos,
Bem vestidos, bebem e conversam.

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Translations of title(s):
"Von der Jugend" = "Da juventude"
"Der Pavillon aus Porzellan" = "O pavilhão de porcelana"



This text was added to the website: 2019-02-24
Line count: 21
Word count: 99

4. Von der Schönheit [sung text checked 1 time]
Junge Mädchen pflücken Blumen,
Pflücken Lotosblumen an dem Uferrande.
Zwischen Büschen und Blättern sitzen sie,
Sammeln Blüten in den Schoß und rufen
Sich einander Neckereien zu.

Goldne Sonne webt um die Gestalten,
Spiegelt sie im blanken Wasser wider.
Sonne spiegelt ihre schlanken Glieder,
Ihre süßen Augen wider,
Und der Zephyr hebt mit Schmeichelkosen das Gewebe
Ihrer Ärmel auf, führt den Zauber
Ihrer Wohlgerüche durch die Luft.

O sieh, was tummeln sich für schöne Knaben
Dort an dem Uferrand auf mut'gen Rossen,
Weithin glänzend wie die Sonnenstrahlen;
Schon zwischen dem Geäst der grünen Weiden
Trabt das jungfrische Volk einher!
Das Roß des einen wiehert fröhlich auf
Und scheut und saust dahin;
Über Blumen, Gräser, wanken hin die Hufe,
Sie zerstampfen jäh im Sturm die hingesunknen Blüten.
Hei! Wie flattern im Taumel seine Mähnen,
Dampfen heiß die Nüstern!
Goldne Sonne webt um die Gestalten,
Spiegelt sie im blanken Wasser wider.

Und die schönste von den Jungfraun sendet
Lange Blicke ihm der Sehnsucht nach.
Ihre stolze Haltung is nur Verstellung.
In dem Funkeln ihrer großen Augen,
In dem Dunkel ihres heißen Blicks
Schwingt klagend noch die Erregung ihres Herzens nach.

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  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , "De la bellesa", copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "Of beauty", copyright ©
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , "De la beauté", copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , "Bellezza", copyright © 2006, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , "Da beleza", copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
4. Da beleza
Jovens meninas colhem flores,
Colhem flores de lótus na margem do rio.
Sentadas entre arbustos e folhas,
Colecionam botões no colo e falam
Leves provocações umas pras outras.

O sol dourado se entrelaça nas figuras,
espelhando-as na clara água.
O sol espelha seus finos membros,
Seus doces olhos,
E o Zéfiro levanta cariciosamente o tecido
De suas mangas, levando a magia
Dos seus perfumes pelo ar.

Ó veja, como galopam belos meninos
Lá na margem do rio sobre corajosos cavalos,
Correndo brilhantes como os raios de sol,
Já troteiam entre os galhos dos verdes pinheiros
Os jovens e frescos moços!
O cavalo de um relincha alegremente
E se assusta e foge;
Sobre flores e gramas tremem seus cascos,
Pisoteando tempestuosamente as flores que caem.
Ei! Como revoa a crina em sua fúria,
Suas narinas bufando calor! 
O sol dourado se entrelaça nas figuras,
espelhando-as na clara água.

E a mais bela das meninas lança
Longos olhares saudosos atrás dele.
Sua postura orgulhosa é apenas fingimento.
Nas fagulhas de seus grandes olhos,
Na escuridão de sua quente mirada,
A agitação de seu coração balança lamentando.

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  • Translation from German (Deutsch) to Portuguese (Português) copyright © 2019 by Paulo Albuquerque de Noronha, (re)printed on this website with kind permission. To reprint and distribute this author's work for concert programs, CD booklets, etc., you may ask the copyright-holder(s) directly or ask us; we are authorized to grant permission on their behalf. Please provide the translator's name when contacting us.
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This text was added to the website: 2019-02-24
Line count: 31
Word count: 184

5. Der Trunkene im Frühling [sung text checked 1 time]
Wenn nur ein Traum das [Dasein]1 ist,
Warum denn Müh und Plag?
Ich trinke, bis ich nicht mehr kann,
Den ganzen, lieben Tag!

Und wenn ich nicht mehr trinken kann,
Weil [Leib und Kehle]2 voll,
So tauml' ich [hin vor]3 meiner Tür
Und schlafe wundervoll!

Was hör ich beim Erwachen? Horch!
Ein Vogel singt im Baum.
Ich frag ihn, ob schon Frühling sei,
Mir ist als wie im Traum.

Der Vogel zwitschert: "Ja! Der Lenz
[Sei]4 kommen über Nacht!"
[Ich seufze tief ergriffen auf]5
Der Vogel singt und lacht!

Ich fülle mir den Becher neu
Und leer ihn bis zum Grund
Und singe, bis der Mond erglänzt
Am schwarzen Firmament!

Und wenn ich nicht mehr singen kann,
So schlaf ich wieder ein,
Was geht [denn mich]6 der Frühling an!?
Laßt mich betrunken sein!

Authorship

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Available translations, adaptations or excerpts, and transliterations (if applicable):

  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , "L'embriac a la primavera", copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "The drunkard in Spring", copyright ©
  • ENG English [singable] (Mabelle Shapleigh)
  • FRE French (Français) [singable] (Michel Dimitri Calvocoressi)
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , "L'ubriaco in primavera", copyright © 2006, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

View original text (without footnotes)
1 Mahler: "Leben"
2 Mahler: "Kehl und Seele"
3 Mahler: "bis zu"
4 Mahler, Sjögren: "Ist da, sei"
5 Mahler: "Aus tiefstem Schauen lausch ich auf,"
6 Mahler: "mich denn"
Die chinesische Flöte. Nachdichtungen chinesischer Lyrik, Band 1, YinYang Media Verlag. ISBN 3-9806799-5-0.
Note: this text is still copyright in the EU by YinYang Media Verlag.

Mahler's version of the text:

Wenn nur ein Traum das Leben ist,
Warum denn Müh und Plag?
Ich trinke, bis ich nicht mehr kann,
Den ganzen, lieben Tag!

Und wenn ich nicht mehr trinken kann,
Weil Kehl und Seele voll,
So tauml' ich bis zu meiner Tür
Und schlafe wundervoll!

Was hör ich beim Erwachen? Horch!
Ein Vogel singt im Baum.
Ich frag ihn, ob schon Frühling sei,
Mir ist als wie im Traum.

Der Vogel zwitschert: "Ja! Der Lenz
Ist da, sei kommen über Nacht!"
Aus tiefstem Schauen lausch ich auf,
Der Vogel singt und lacht!

Ich fülle mir den Becher neu
Und leer ihn bis zum Grund
Und singe, bis der Mond erglänzt
Am schwarzen Firmament!

Und wenn ich nicht mehr singen kann,
So schlaf ich wieder ein,
Was geht mich denn der Frühling an!?
Laßt mich betrunken sein!

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
by Hans Bethge (1876 - 1946)
5. O Bêbado na Primavera
Se a vida é só um sonho,
Para que esforços e sofrimento?
Eu bebo, até não poder mais
O querido dia inteiro!

E quando não posso mais beber,
Porque garganta e alma estão cheias,
Vou cambaleante até a minha porta
E durmo maravilhosamente!

O que escuto ao acordar? Ouça!
Um pássaro canta na árvore.
Eu o pergunto se já é primavera,
É como se eu estivesse num sonho.

O pássaro assobia: “Sim! A primavera
Está aqui, chegou durante a noite!”
Com um olhar profundo, escuto atentamente
O pássaro canta e ri!

Eu encho minha taça novamente
E a esvazio até o fim
E canto até a lua brilhar
No escuro firmamento!

E quando eu não consigo mais cantar,
Adormeço novamente
O que a primavera tem a ver comigo?
Deixe-me ficar bêbado!

Authorship

  • Translation from German (Deutsch) to Portuguese (Português) copyright © 2019 by Paulo Albuquerque de Noronha, (re)printed on this website with kind permission. To reprint and distribute this author's work for concert programs, CD booklets, etc., you may ask the copyright-holder(s) directly or ask us; we are authorized to grant permission on their behalf. Please provide the translator's name when contacting us.
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Translations of title(s):
"Der Trinker im Frühling " = "O Bêbado na Primavera"
"Wenn nur ein Traum das Dasein ist" = "Se a vida é só um sonho"
"Der Trunkene im Frühling" = "O Bêbado na Primavera"



This text was added to the website: 2019-02-27
Line count: 24
Word count: 131

 (The following is a multi-text setting.)

6. Der Abschied 
Die Sonne scheidet hinter dem Gebirge.
In allen Tälern steigt der Abend nieder
Mit seinen Schatten, die voll Kühlung sind.
O sieh! Wie eine Silberbarke schwebt
Der Mond am blauen Himmelssee herauf.
Ich spüre eines feinen Windes Wehn
Hinter den dunklen Fichten!

Der Bach singt voller Wohllaut durch das Dunkel.
Die Blumen blassen im Dämmerschein.
Die Erde atmet voll von Ruh und Schlaf,
Alle Sehnsucht will nun träumen.
Die müden Menschen gehn heimwärts,
Um im Schlaf vergeßnes Glück
Und Jugend neu zu lernen!
Die Vögel hocken still in ihren Zweigen.
Die Welt schläft ein!

Es wehet kühl im Schatten meiner Fichten.
Ich stehe hier und harre meines Freundes;
Ich harre sein zum letzten Lebewohl.
Ich sehne mich, o Freund, an deiner Seite
Die Schönheit dieses Abends zu genießen.
Wo bleibst du? Du läßt mich lang allein!
Ich wandle auf und nieder mit meiner Laute
Auf Wegen, die vom weichen Grase schwellen.
O Schönheit! O ewigen Liebens - Lebenstrunkne Welt!

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  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "The farewell", copyright ©
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , "Il congedo", copyright © 2006, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , "A despedida", copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
Er stieg vom Pferd und reichte ihm den Trunk
Des Abschieds dar. Er fragte ihn, wohin
Er führe und auch warum es müßte sein.
Er sprach, seine Stimme war umflort: Du, mein Freund,
Mir war auf dieser Welt das Glück nicht hold!
Wohin ich geh? Ich geh, ich wandre in die Berge.
Ich suche Ruhe für mein einsam Herz.
Ich wandle nach der Heimat, meiner Stätte.
Ich werde niemals in die Ferne schweifen.
Still ist mein Herz und harret seiner Stunde!

Die liebe Erde allüberall
Blüht auf im Lenz und grünt
Aufs neu! Allüberall und ewig
Blauen licht die Fernen!
Ewig... ewig...

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  • CAT Catalan (Català) (Salvador Pila) , copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • ENG English (Emily Ezust) , "Friend's farewell", copyright © 2008
  • FRE French (Français) (Guy Laffaille) , copyright © 2014, (re)printed on this website with kind permission
  • ITA Italian (Italiano) (Ferdinando Albeggiani) , copyright © 2009, (re)printed on this website with kind permission
  • POR Portuguese (Português) (Paulo Albuquerque de Noronha) , "A Despedida do Amigo", copyright © 2019, (re)printed on this website with kind permission

Researcher for this text: Emily Ezust [Administrator]
Author(s):
6. A despedida
O sol se retira para trás das montanhas.
A noite desce sobre todos os vales
Com suas sombras cheias de frescor.
Ó veja! Como uma balsa de prata
A lua flutua sobre o azul lago do céu.
Eu sinto o sopro de um delicado vento
Atrás dos escuros pinheiros!

O córrego canta harmoniosamente através da escuridão.
As flores empalidecem no crepúsculo.
A terra respira cheia de descanso e sono,
Toda saudade vira sonho.
Os homens cansados voltam para casa,
Para que, no sono, a alegria esquecida
E a juventude reaprendam! 
Os pássaros pousam silenciosamente em seus galhos.
O mundo adormece.

Um vento frio sopra na sombra dos meus pinheiros.
Eu fico aqui e escuto meu amigo.
Ouvindo seu último adeus.
Eu almejo, meu amigo, ao seu lado
Aproveitar a beleza desta noite.
Onde você está? Você me deixa só por muito tempo!
Eu caminho para cima e para baixo com meu alaúde
Sobre caminhos cheios de grama macia.
Ó beleza! Ó mundo embriagado de beleza e amor!

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Ele desceu do cavalo e lhe estendeu a bebida
Da despedida. Ele lhe perguntou, aonde
Ele ia e também por que tinha de ser assim.
Ele falou, sua voz era chorosa: - Você, meu amigo, 
Neste mundo, a felicidade não foi gentil comigo!
Aonde vou? Eu ando, eu caminho rumo às montanhas.
Eu busco paz para meu coração solitário.
Eu vou em direção ao lar, ao meu lugar. 
Nunca mais andarei ao longe sem rumo.
Meu coração está calmo, aguardando a sua hora.

A querida terra, por todo lado
Floresce na primavera e fica verde
Novamente! Por todo o lado e eternamente
Azuis iluminam o horizonte!
Eternamente… eternamente…

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